Localizada
em uma margem do Rio Albano desde 1543, o santuário onde é guardada a imagem de
Nossa Senhora, também é chamada de “MADONNA DEL FIUME” (Nossa Senhora do Rio).
Em 6 de setembro de 1553, deu-se ali um prodígio conhecido colo “lacrimação” da
imagem, depois chamada de Nossa Senhora da Lágrima.
Nesse
mesmo ano em sinal de reconhecimento do fenômeno, construíram um santuário e,
em 1607, a
custódia da imagem passou aos padres francsicanos que construíram para si um
convento em 1614.
Nos anos
que se seguiram, os frades ampliaram o santuário com duas capelas, dedicadas a
São Francisco e a Santo Antônio de Pádua. Em 1627 o santuário foi consagrado
sob o título de Maria Nascente. Em 1810 o convento foi depredado por tropas
napoleônicas. A família Polti Petazzi readquiriu o convento e o devolveu aos
franciscanos em 1871. Em 1945, Dongo foi reconsagrado e a imagem recoroada em agradecimento por Dongo
ter sofrido destruição na Segunda Guerra Mundial.
TEXTO EM ITALIANO
La particolare devozione alla Madonna, la riconoscenza del popolo devoto, le
grazie da lei elargite, il richiamo continuo che la Madre di Dio rivolge ai
suoi figli per accogliere, vivere e propagare l’Amore di Dio ispirò Mons.
Teresio Ferraroni, Vescovo di Como, a scegliere anche questo santuario per il Giubileo
degli anni 1975 e 1983.
Oggi più
che mai la Madonna diviene simbolo di Amore di Dio, fedeltà alla Grazia,
sostegno nelle prove della vita, per l’uomo che piange in questo mondo di
ingiustizie, sofferenze e incoerenze con i valori cristiani, morali e sociali.
A Lei in particolare in questo anno giubilare si rivolge il pellegrino che
cerca luce, coraggio, ragione della sofferenza. Nel pianto di Maria il
pellegrino del Giubileo può vedere un invito alla conversione e a ritrovare
così la strada verso la casa del Padre.