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SENHORA
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NOSSA SENHORA DO ESCORIAL |
"Sou a Virgem Dolorosa”.
Quero que se construa neste lugar uma capela
Que venham meditar, de qualquer parte do mundo, na Paixão de Meu Filho que está
muito esquecida.
Se fizerem o que Eu digo, haverá
curas, esta água curará.
Todo aquele que vier diariamente rezar o santo Rosário será abençoado por Mim.
Muitos serão marcados com uma cruz na testa.
Fazei penitência, fazei oração."
DOMINGO, 14 DE JUNHO DE 1981 (FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE)
Primeira aparição
A
"Sou a Virgem
Dolorosa. Quero que se construa neste lugar uma capela
Nossa
Senhora vinha vestida de negro, e na cabeça trazia um véu branco transparente
sob um capuz preto. Depois desta visão, a Virgem foi desaparecendo pouco a
pouco. Terminado o êxtase e tendo Nossa Senhora desaparecido completamente,
ficou um impressionante aroma por toda a pradaria que durou vários dias.
A
partir desta data, Nossa Senhora continuou a aparecer a Amparo, em datas
diversas mas sobretudo nos primeiros Sábados de cada mês. Jesus também aparece
muitas vezes ao mesmo tempo que Sua Mãe.
A partir desta data, Luz Amparo Cuevas passou a ir ali rezar o terço
acompanhada de outras pessoas, cujo número foi constantemente aumentando. Dado
que este espaço era particular, a família proprietária permitiu que as pessoas
ali continuassem a congregar-se para rezar, por um período de 10 anos. Os
peregrinos foram aumentando significativamente, "invadindo" aquele
espaço para rezar com Luz Amparo que, muitas vezes, durante a oração do terço,
entrava em êxtase, dando-se, deste modo, a aparição, na presença dos circunstantes.
18 DE JUNHO DE 1981 - DIA DO CORPO DE DEUS
”O Arcanjo Gabriel anuncia a "Segunda vinda de Cristo"
Neste dia, Amparo, Nicasio, alguns de seus filhos e o seu amigo Marcos passaram
o dia na horta. No fim dos trabalhos os meninos pequenos foram-se embora
ficando só os pais, Marcos e o filho Pedro. Já eram onze da noite, quando
começaram a rezar o Terço: mesmo no primeiro mistério, começou uma visão
colectiva que se desenvolveu durante a prece - terminando com ela. Sob um forte
brilho sobre o Prado, viram a uns cinquenta metros a lua como se estivesse
caída no solo, iluminando tudo com uma cor alaranjada e amarela...Já não se
podia olhar para cima, para o céu. De imediato, no centro do resplendor
formou-se uma enorme cruz.
Continuaram
a olhar e a rezar: no lugar da Cruz surgiu um conjunto de muitas velas,
elevando-se umas sobre as outras. Do lado esquerdo das velas, via-se um vulto
duma pessoa com uma túnica branca mas sem corpo.
No dia seguinte, 19 de Junho de 1981,
o Arcanjo Gabriel apareceu no lugar onde Amparo estava a trabalhar,
explicando-lhe o significado desta visão de grupo.
"A Cruz significa que todos os Cristãos devem permanecer unidos e não
devem ouvir doutrinas que não sejam a Católica.
As Luzes significam o aviso que aparecerá no Céu antes de o Senhor mandar o
castigo que virá, para todos os que não quiserem dar atenção a todos os avisos
do Céu.
A
Lua no Céu significa que os astros irão colidir com a Terra.
A iluminação no Prado significa que a Terra se iluminará em todo o mundo e os que
não estiverem com o Senhor não poderão resistir a esse imenso brilho e
morrerão.
As velas e a túnica branca significam que Jesus estará nesse instante
resplandecente com todos os que estiverem cheios da Graça de Deus e de Sua
Santíssima Mãe. Esta será a Segunda Vinda de Cristo à Terra."
A
mensagem de 14 de Junho de 1981
foi mais tarde "completada" na aparição de 24 de Junho de 1983, com estas palavras de Nossa Senhora: "Fundai casas de amor e misericórdia para os
pobres, há muitos que necessitam que se lhes anuncie a Palavra de Deus!".
A
quinta em que começaram a ocorrer estes eventos pertencia a uma família que
permitiu que durante uma década os crentes locais ou peregrinos se reunissem
ali para rezar.
Luz Amparo, apesar de nunca ter procurado qualquer protagonismo - muito pelo
contrário - acabou por se tornar o centro das atenções de todos os que queriam
estar com ela, mas também dos curiosos e daqueles que começaram a difamá-la.
26 DE MAIO DE 1983
De
tal forma é que, na manhã do da 26 de
Maio de 1983, enquanto se encontrava sozinha diante da árvore Amparo foi
atacada por três encapuçados, dois homens e uma mulher. Depois de a despirem,
arrastam-na pelo solo, colocando um pedra na sua boca para que não possa
gritar.
Um deles diz:
- Atira-os para o tanque pois não vai
voltá-los a vestir.
Aos empurrões e arrastando-a é conduzida para um local próximo mais abrupto e
afastado, onde a obrigam a declarar falso tudo o que ela diz que acontece, bem
como as aparições de Nossa Senhora e as mensagens.
Resposta de Amparo:
- Como posso dizer que é falso se é
verdade?
Imediatamente lançam sobre ela todo o tipo de maus tratos: bofetadas, pauladas,
picadas por todo o corpo enquanto as suas bocas vão proferindo, entre risadas,
as mais torpes expressões. Não conseguindo que declare a falsidade que eles
pretendem, ameaçam pendurá-la de uma árvore dizendo:
- Vamos enforcar-te numa árvore a ver
se a Virgem te vem salvar.
Aumentam as torturas e proferindo blasfémias tentam que ela as repita. Mas
responde:
- Se Deus é Meu Pai e vosso Pai, como
O posso maldizer? Vós não insultais as vossas mães.
Ao
espetarem-lhe uma vara, ela grita queixando-se. Então, obrigam-na a abrir a
boca e metem-lhe um seixo para que não grite.
Não conseguindo igualmente que blasfeme tentam e planeiam desonrá-la violando-a
sem parar de a atormentar com as atuações obscenas que cada um vai fazer com
ela. Ao mesmo tempo discorrem e comentam o modo de a liquidar, se enforcada,
estrangulada ou afogada. Quando cada um se dispõe para a sua atuação canalha e desavergonhada,
a fadiga da sua vítima chega ao seu limite pelo que clama orando para dentro:
- Meu Deus! Será possível? Também vais
permitir isto?
Neste momento ouve-se um ruído ou golpe como se alguma pedra caísse de uma
sebe. Ao ouvi-lo, os malfeitores dizem assustados:
- Vem alguém!
E, sem mais averiguações, empurram e atiram com maldade a sua vítima que, sem
sentidos cai no chão.
Como já tinham passado duas horas e Amparo não voltava, Nicasio foi ao prado
chamá-la. Ao ver, no tanque, as roupas das sua esposa pôs-se a gritar
chamando-a e pedindo auxílio. Aos seus gritos acode outro trabalhador que
sugere que parta imediatamente para dar parte do que se está a passar. Assim o
faz Nicasio. Amparo é dada como morta, coberta de feridas e de sangue. Recolhida
numa maca é transportada para o hospital onde lhe analisam os golpes na cabeça,
a cara inchada, feridas e marcas por todo o corpo. Volta a si e, restabelecida
e tratada, é transportada para sua casa, a pedido dos seus familiares.
A
vizinhança mostra-se consternada por estes sacrilégios e pela selvajaria. Os
meios de comunicação difundem a triste notícia e a vítima encamada continua o
seu restabelecimento, não tão fácil e rápido como se desejava e se esperava e
pelo qual se foram elevando para o Céu muitos milhares de orações.
1990 - 1995 - Período da Grande Perseguição
A partir de 1990 assiste-se a um aumento dos ataques a Luz Amparo por parte de
um grupo hostil composto por membros da povoação de El Escorial (supostamente
promovido por uma tripla aliança: o Presidente da Câmara, o administrador da
quinta de Prado Nuevo e o pároco de El Escorial (S. Barnabé).
Tudo começou com a construção de uma nova estrada que dividiria em dois o local
das aparições, tendo as obras começado em 4 de Julho de 1990. Esta nova via abria às partes a uma
requalificação dos terrenos que, até aí eram rústicos e a partir daí ficariam
susceptíveis de ser urbanizados.
Em
15 de Setembro de 1992, o
presidente da Câmara faz umas declarações públicas sobre o novo plano
urbanístico que abrange os terrenos de Prado Nuevo. Uns dias depois celebra um
contrato no qual são atribuídas licenças de construção afirmando não querer
para o Escorial "nenhuma Lourdes nem nenhuma Fátima".
Os "partidários" das aparições reagiram com um baixo-assinado que
reúne 120.000 assinaturas em apoio ao pedido nas mensagens, a construção da
capela e de residência para idosos.
A
partir deste momento o conflito agrava-se precipitando-se os acontecimentos:
tentativa frustrada para queimar o freixo das aparições (6 de Outubro de 1992); inquinamento da
água que caía no tanque situado junto da árvore e através da qual Nossa Senhora
tinha dito que haveria curas (Setembro
de 1993); corte dessa água (Outubro
de 1993); colocação de cartazes pela Câmara Municipal proibindo o acesso
ao Prado Novo (3 de Fevereiro de 1994);
colocação de vedação metálica à volta do terreno do Prado Novo (16 de Março de 1994); colocação de
arame farpado por cima da vedação metálica, que teve de ser retirada por ser
ilegal (22 de Março de 1994).
Por
outro lado, multiplicaram-se os ataques e as ameaças de processo judicial para
todos aqueles que trespassassem a vedação entrando no terreno, sem a devida
autorização camarária. O ataque manifestou-se igualmente pela recusa de
autorização para abertura de casas destinadas a acolhimento e tratamento de
idosos da Fundação Virgem das Dores. Surgem manifestações e todo o tipo de
agressões contra quem quer que acorra ao local para rezar.
Em Março de 1996 é constituída a
associação "Gesto por la Libertad" que defendia abertamente as
posições do Presidente da Câmara, que com as suas manifestações e protestos
ruidosos impediam os peregrinos que ali se deslocavam, de rezar em paz.
Mais
tarde, o pároco encontrando-se hospitalizado por uma doença grave reconheceu perante
o seu amigo colaborador do jornal Sierra de Madrid, Neftalí Hernandez "Devo confessar-lhe, amigo Neftalí, que era
eu quem instigava toda aquela estratégia de ataque e perseguição que eles (os
mobilizados do Gesto...) punham em prática".
15 DE SETEMBRO DE 1995
Tudo parecia perdido para a Obra do Escorial quando uma tríplice
"coincidência", que ninguém conseguiria imaginar, ocorre: o
Presidente da Câmara - Mariano Rodríguez, perde as eleições em Maio, o Padre
Pablo é hospitalizado em estado de coma e posteriormente transferido de
paróquia e, por último, o administrador da quinta morre em Julho do mesmo ano.
Estava desfeita a aliança. Algo de importante estaria para acontecer. O novo
Presidente da Câmara - Javier de Miguel Sanchez - tinha prometido na campanha
eleitoral abrir Prado Nuevo se ganhasse as eleições.
Cumpriu a sua promessa no dia 15 de
Setembro de 1995, festa de Nossa Senhora das Dores tendo-se voltado a
poder rezar o Terço junto ao freixo das aparições.
4 DE SETEMBRO DE 1996
A perseguição continua
Mas a perseguição ainda não tinha atingido o ponto mais vil.
Luz Amparo teve sete filhos, tendo o sexto, Jacinto Jesus Barderas Cuevas,
caído na tóxico dependência. Apesar de profundamente marcado por este flagelo,
acabou por se libertar dele e passou a estar próximo da Comunidade religiosa
nascida de Prado Nuevo. Mas, no dia 4
de Setembro de 1996, apareceu morto na casa onde residia, a poucos
metros da sede da Fundación. Na altura da sua morte, Jésus contava 29 anos de
idade, sendo casado e deixando uma filha menor.
Pouco
dias depois, na mensagem do primeiro Sábado do mês, dia 7, Nosso Senhor inicia
a mensagem dizendo: "Minha filha,
hoje venho Eu a consolar-te. Consolaste tantas vezes o Meu Coração que hoje
quero consolar o teu, Minha filha. Sabes que te deixei a cruz desnudada, Minha
filha; na última mensagem disse-te: "Ficas com a cruz, Minha filha";
deixei-ta para a revestir, revestir de um crucificado. Faltava-te ainda
participar nessa dor da Minha Paixão, com a Minha Mãe e Comigo. Essa dor também
já se consumou, Minha filha. Já sabes o que sente uma mãe junto a uma cruz."
E Nossa Senhora tranqüiliza Amparo dizendo: "O teu filho está em lugar seguro, sabes que te prometi que Eu recolheria
a sua alma. Daqui a pouco mostrar-te-ei o lugar tão belo onde ele está."
De que morreu Jésus Cuevas?
A imprensa local apressou-se a informar que tinha morrido de overdose um dos
filhos de Luz Amparo. Os restos da oposição às aparições, já praticamente
inativos, incitaram no sentido de exigir uma investigação ao "possível
branqueamento de dinheiro procedente da droga que ocorreria nesta seita".
No entanto a verdade é que se apurou que desde há alguns tempos, Jesus vinha
recebendo mensagens. Era seguido por desconhecidos a uma certa distância prudente.
Jesus dizia que se tratava de dois homens e uma mulher que o haviam ameaçado de
matar a sua filha e a mãe se não fizesse o que queriam...
As suspeitas de que não se trataria de uma morte por overdose confirmaram-se
mediante um exame cuidado ao seu corpo e à forma como se encontrava, às
circunstâncias em que ocorreu a morte e vários vestígios estranhos próximos do
cadáver, é que Jesus teria sido assassinado.
Em
5 de Outubro, Nossa Senhora
disse "Desta
vez o momento por que tiveste de passar foi mais duro. Foi um caminho de dor e
de amargura, mas, Minha filha, quando te ofereci a Cruz, disse-te que a Cruz
era muito dolorosa, porque foi nela que Eu redimi o Mundo. É assim, com
momentos dolorosos, que Eu modelo as almas. Primeiro faço-o devagar, para acostumá-las
aos mais duros. Este foi o maior golpe que sentiste, Minha filha, mas Satanás
não conseguiu cumprir os seus planos."
Nossa
Senhora diz ainda "Não quero evitar-te essa dor que também Eu passei, Minha filha, mas
quero selar os teus lábios e que seja a divina Justiça de Deus a julgá-los"
o que claramente leva a concluir que Jesus foi assassinado.
O
Escorial tinha, assim, o seu primeiro mártir; a perseguição atingira o seu
auge. Esta adversidade, no entanto vinha confirmar, de modo irrefutável, que a Obra
nascida de Prado Nuevo era de Deus, pois tinha sido provada pela perseguição e
pela morte, saindo revigorada e fortalecida. É curioso notar que o primeiro
mártir do Escorial não deixava de ser o último, aquele que estava à margem ou a
quem facilmente denominamos "marginal".
NOVEMBRO DE 1996
O Padre Pablo,
ex-pároco do Escorial e perseguidor da Obra, converte-se e pede perdão a Amparo
e aos que trabalham na Obra, pelo mal que lhes fez. É internado no hospital em Novembro de 1996, onde vem a falecer
cerca de seis meses depois. São dele estas palavras: "Como estava enganado e que dano causei! Como
fui injusto com todos e, sobretudo com Amparo, essa fiel filha da Igreja, essa
paciente e boa filha de Deus! Peço-lhe (fala aqui com um interlocutor próximo
da Obra que o foi visitar) que agradeça a ela, e ao grupo que a rodeia, pela
obra que realizam. Eu gostaria que alguma das consagradas que cuidam dos idosos
com tanta caridade nas vossas casas, viesse aqui cuidar também de mim, tão ingrato
e desprezível que fui. Tenho aqui enfermeiras muito boas e solícitas, mas na
atual solidão da minha alma não tenho consolo. Tudo o que vocês fizeram e
continuam a fazer é obra de Deus". Logo no dia seguinte a estas
palavras, foi visitado por Luz Amparo e uma reparadora. Abraçou-as
profundamente, tendo insistido, chorando, nos seus pedidos de perdão.
26 DE MAIO DE 1997
Compra do terreno das aparições
Na primeira aparição, Nossa senhora pediu que ali se construísse uma capela
No
1.º dia de Maio de 1996, e mais uma vez, membros do grupo "Grito por la
Libertad" agrediram alguns elementos da Fundación que estavam em oração
junto do freixo das aparições e colocaram muito perto da árvore a bandeira
republicana do tempo da guerra civil espanhola. Esta situação, aliada ao fato
de nada se poder fazer, pois o terreno estava sob administração do município,
chocou muito os presentes que só poderiam evitar tais ocorrências se o terreno
fosse próprio. Nasceu, então, o desejo de iniciar conversações com a família
proprietária. E assim se fez. Desta feita, e quando se esperava mais uma
resposta negativa, ela foi animadora. Tornou-se possível o diálogo e, depois de
quase um ano de trabalho, pôde fazer-se a escritura de Prado Nuevo, realizada
no dia 26 de Maio de 1997, pelo
preço aproximado de um milhão de contos, valor inatingível para a Fundación,
que teve de recorrer a créditos bancários e confiar plenamente na Providência
Divina, sabendo que Nossa Senhora tudo conduziria a bom porto. Foi o Anjo quem
recordou a Luz Amparo que, 14 anos antes, e à mesma hora em que se realizou a
escritura, ela era agredida
25 DE ABRIL DE 1988
Em Outubro de
Na mensagem de 4 de Abril de 1998,
Nossa Senhora insistiu mais uma vez que queria ali a água. Este pedido foi tão
prontamente cumprido que três semanas depois - no Sábado, dia 25 - a água
recomeçou a correr!
CONCLUSÃO
O Escorial foi e
ainda é perseguido e foi essa perseguição que tem mostrado o poder de Deus, a
pureza dos acontecimentos e a perseverança de todos aqueles que foram fiéis às
palavras de Jesus e de Sua Mãe Santíssima e, com a Sua ajuda, avançaram sempre
com a oração e o testemunho de vida, fazendo com que os perseguidores não só
não vencessem, como alguns até se convertessem, reconhecendo o seu erro e
reafirmando que aquilo que se passava no Escorial era, de fato, obra de Deus.
O
Prado Nuevo é, hoje em dia, um lugar privilegiado de oração e recolhimento onde
acorrem milhares de pessoas de forma a conseguir as mais diversas graças
celestiais e fortalecer a sua espiritualidade.